Dicas Para Comparar e Comprar um Veículo Novo ou Usado!

Publicado por Jessica Redatora em

1. Comece pelo preço

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Apesar de isso simplificar muito a comparação, é inevitável iniciar pelo preço dos modelos disponíveis.

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Ou, restringindo a busca de acordo com a sua capacidade financeira.

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melhor carro para comprar é aquele que você pode pagar.

Se for financiar: não comprometa mais de 30% da sua renda com a parcela.

2. Considere os demais gastos

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O IPVA, o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores.

Seu cálculo leva em conta o valor médio do automóvel em questão.

Logo, quanto mais caro ele for, mais alto será o gasto com o imposto.

A segunda se refere ao seguro do veículo.

Seu preço é um dos fatores que eleva para cima ou para baixo o tamanho da despesa.

Então, de que vale comparar carros com valores tão altos que vão resultar em um gasto futuro capaz de comprometer seu orçamento?

3. Leve em conta a necessidade (e a facilidade) de manutenção

 

O desgaste de peças automotivas tem origens diversas.

O próprio modo de condução pode acelerar esse processo.

Aqui, vale repetir a exigência de buscar um carro que se adapte à sua necessidade.

Se você transita por ruas esburacadas e sem pavimento com frequência, precisará de manutenção mais constante se escolher um carro mais frágil, não adequado a esse perfil de via.

Esse é um lado da história.

O outro aponta para a facilidade com a qual você encontra no mercado peças de reposição para o veículo.

Se, ao comparar carros, você ficar na dúvida entre um modelo nacional e um importado, é recomendável que opte pelo primeiro.

Afinal, as peças do segundo podem não estar disponíveis no Brasil.

 

4. O consumo é importante?

Exceto se dinheiro não for problema para você, um carro econômico certamente será uma necessidade.

Imagine cuidar de todos os outros detalhes ao comparar carros e desconsiderar que está analisando um modelo que faz 13 quilômetros por litro na cidade e outro que faz apenas 6km/l.

Isso significa que, no que diz respeito ao consumo, o desempenho de um é inferior à metade da performance do outro.

São, portanto, automóveis incomparáveis por esse ponto de vista.

O Inmetro, que é o Instituto Nacional de Metrologia, desenvolve um Programa de Etiquetagem Veicular.

Ele é responsável por classificar os automóveis novos conforme a sua eficiência energética.

Funciona de forma idêntica ao que acontece com os eletrodomésticos.

Os mais econômicos recebem a etiqueta A.

Ao comprar um carro zero quilômetro, essa etiqueta está disponível.

Já ao adquirir um usado, pesquise avaliações em sites especializados e em fóruns, nos quais proprietários dão a sua opinião.

 

5. Precisa de espaço?

Se você tem uma família numerosa (ou planeja ter), precisa considerar esse aspecto ao comparar carros.

No mínimo, precisa de um modelo com um porta-malas grande.

Vale cogitar outros com rack de teto (de fábrica ou já instalado).

E o espaço interno também não pode ser negligenciado.

 

6. Um motor potente?

Ao comparar carros, você pode achar no mercado modelos de motor mais forte que um 1.0, mas que gastam menos combustível.

Mas isso não significa que deva desprezar o mais básico.

Só não esqueça de levar em conta qual será a exigência sobre o veículo.

Quem mora em cidades com várias ladeiras raramente não pode abdicar de um motor mais forte.

O mesmo vale para quem gosta de pegar a estrada e viajar.

Carros bons para essa finalidade são aqueles que respondem rápido ao pisar no pedal do acelerador.

Isso pode fazer uma diferença brutal em uma ultrapassagem.

7. Novo, usado ou seminovo?

De fato, o custo costuma exercer papel decisivo na escolha entre novo, usado ou seminovo.

Mas se fosse o único aspecto a avaliar, você ficaria com o modelo mais antigo, que provavelmente sai mais em conta.

Muita gente só compra carros zero por julgar que não gera manutenção.

Mas será que o modelo novo oferece tudo o que você precisa?

Um seminovo, pelo mesmo preço, pode oferecer mais opcionais importantes.

O mesmo vale para um usado.

Só é preciso levar em conta sua quilometragem e estado geral de conservação.

Se o dono realizava revisões periódicas em dia, tem aí um bom sinal para investir na compra.

Importante: seminovo é o carro com até dois anos de fabricação e de único dono.

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